LULA CABRAL vírus que ataca a própria Cidade Cavalo de Tróia



Cavalo de Tróia( vírus )

Em computação, um cavalo de Troia[1] (do inglêsTrojan horse, ou, simplesmente, trojan)[2] é qualquer malware que engana os usuários sobre sua verdadeira intenção

Lula Cabral grande inimigo do povo cavalo de Tróia para atacar o próprio Povo.

Cavalo de Troia

O Cavalo de Troia foi um grande cavalo de madeira construído pelos gregos durante a Guerra de Troia, como um estratagema decisivo para a conquista da cidade fortificada de Troia, cujas ruínas estão em terras hoje turcas. Tomado pelos troianos como um símbolo de sua vitória, foi carregado para dentro das muralhas, sem saberem que em seu interior se ocultava o inimigo. À noite, guerreiros saem do cavalo, dominam as sentinelas e possibilitam a entrada do exército grego, levando a cidade à ruína.

Lula Cabral usa cavalo de Tróia e ataca  o povo da própria Cidade.

REPORTAGENS

Prisão do prefeito Lula Cabral expõe esquema de fraudes no Cabo de Santo Agostinho.

O município do Cabo de Santo Agostinho, localizado na Região Metropolitana do Recife, amanheceu na sexta (19) com a notícia da prisão do atual prefeito da cidade, Lula Cabral (PSB), durante operação deflagrada pela Polícia Federal em sete unidades federativas. Segundo testemunhas, que pediram para não serem identificadas com receio de represálias, a prisão ocorreu no prédio em que o prefeito mora, nas proximidades da Praça de Boa Viagem, logo no início da manhã. A polícia teria entrado no apartamento, levando o zelador para testemunhar a operação e conduzido o acusado para depor, mas sem algemá-lo.

Por determinação da Justiça, os bens do acusado também foram bloqueados, inclusive os carros da família, usados pelo motorista particular para levar os filhos de Lula Cabral, gêmeos, para a escola. O prefeito, que assume o cargo pela terceira vez na cidade, segue preso no Centro de Observação e Triagem de Abreu e Lima (Cotel) depois de ter prestado depoimentos na sede da Polícia Federal, no Recife Antigo.

A Operação Abismo, que mobilizou 220 policiais no país, tem como objetivo desarticular um esquema de fraudes no Instituto de Previdência do Município do Cabo, o CaboPrev, onde são administrados os fundos de previdência dos servidores municipais. Segundo nota da própria PF, cerca de R$ 92 milhões foram desviados de fundos de investimento sólidos para chamados fundos “podres”, sem lastro e com grande risco de inadimplência, o que coloca em risco a aposentadoria futura dos servidores.

Apesar de o CaboPrev se constituir uma autarquia de administração autônoma, os indícios coletados pela PF apontam que o próprio prefeito, infringindo a autonomia da instituição, determinou a movimentação, com o intuito de obter vantagens indevidas.

©Samarone Berg, de olhos nos acontecimentos

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